terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pompoarismo é a prática do pompoar.

A palavra pompoarismo é originária do idioma Tâmil, falado no Sri Lanka e no sul da Índia, e significa comando mental sobre o músculo pubococcígeo, os músculos circunvaginais e os grandes lábios da vulva da mulher.

Pompoarismo é a prática do pompoar.

Ginástica sexual conhecida por grupos seletos de pessoas na Índia, Tailândia, Indonésia e outros países orientais.
A técnica foi desenvolvida há mais de 1.500 anos.

Confira os benefícios do Pompoarismo:
- Fortalece os músculos vaginais aumentando o prazer sexual do casal.

- Regula os hormônios, pois ativa a circulação da área pélvica.
- Conserva por mais tempo a libido das pessoas que praticam os exercícios regularmente.
- Ajuda no tratamento de frigidez.
- Auxilia e previne problema de incontinência urinária, queda do útero, bexiga, flacidez vaginal.
- Proporciona orgasmos mais intensos.
- Dá maior mobilidade aos quadris e a área pélvica.
- Melhora a performance da mulher na cama.
- Eleva a auto-estima, pois você se sente mais segura e poderosa.
- As praticantes do pompoarismo ficam sexualmente mais preparadas, melhorando sua intimidade.
- Mulheres que têm parceiros com ejaculação precoce podem utilizar o pompoarismo para amenizar e, junto com a terapia, superar o problema.
A técnica consiste numa série de exercícios que trabalham os três anéis musculares da vagina. O anel da entrada da vagina que possui musculatura mais forte, o anel do meio e o terceiro anel que é o mais interno e se localiza próximo ao colo do útero.
Os exercícios executam contrações e relaxamento dos músculos vaginais. A respiração é muito importante.

Praticando todos os dias os exercícios da ginástica sexual do pompoarismo é possível desenvolver e controlar a musculatura vaginal. Alguns fatores são importantes para se obter bons resultados, dentre eles consultar periodicamente seu ginecologista, não fumar ou fumar moderadamente, não beber ou beber moderadamente, cuidar da alimentação, dormir bem, meditar e evitar stress.

POR: Fátima Mourah

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